A Sênior Lar&Care valoriza as necessidades individuais dos assistidos e da sua família, selecionando e treinando sua equipe de cuidadores em função das conveniências apresentadas na nossa visita inicial de avaliação diagnóstica.

Modalidades de Atendimento:

  • De segunda-feira a sexta-feira – 8 horas por dia; 12 horas por dia ou 24 horas por dia.
  • De segunda-feira a segunda-feira – 8 horas por dia 12 horas por dia ou 24 horas por dia.
  • Finais de semana (mensal)
  • Plantão avulso (12 horas)

OBS: Levamos em consideração adaptações e necessidades da família para personalizar o atendimento.

Enfatizamos que estudos apontam que a recuperação dos assistidos em casa, além de ser mais rápida que no hospital, é mais agradável, carinhosa e melhora a autoestima.

A Sênior Lar&Care administra todo o processo definido entre as partes, inclusive a escolha dos cuidadores e respectivos dias e horários, considerando folgas e substituições, no caso de solicitação de troca do cuidador. Contratando nossos serviços, você também evita desgastes com ações trabalhistas.

Ao iniciar o trabalho, nosso cuidador utilizará Planilhas de Cuidado Personalizado e Medicamentos (via oral) as quais serão supervisionadas juntamente com o atendimento do cuidador, sempre visando ao bem-estar do assistido e de sua família.

É vedada aos nossos cuidadores a realização de procedimentos invasivos, bem como a rotina de serviços domésticos.

Quero mais informações

Os custos serão enviados via e-mail e/ou comunicados na visita inicial.

A Sênior Lar&Care é especialista no atendimento domiciliar para pessoas com a doença de Alzheimer, AVC, Parkinson e comprometimentos do processo de envelhecimento. Sendo assim, só atendemos nas residências estabelecidas quando da visita de avaliação diagnóstica ou em locais onde o assistido esteja em trânsito, como casa de familiares, exames ou internações esporádicas.

Nossos cuidadores têm por missão zelar pelo bem-estar, saúde, alimentação, higiene pessoal, educação, cultura, recreação e lazer dos assistidos. Nossa equipe multidisciplinar pode ser acionada para prestar os serviços de estímulo às funções cognitivas, tais como: musicoterapia e treinamento cerebral (brain trainer).

Quando um cuidador é necessário?

O processo de envelhecimento pode comprometer as funções cognitivas e levar idosos a conviver com processos de demências, cuja principal é a Doença de Alzheimer (ver matéria abaixo). A convalescença de episódios de AVC e Parkinson também exige cuidados permanentes com acompanhamento, de modo que a qualidade de vida dos pacientes seja preservada.

Matéria publicada na 17ª edição de Sempre Jovem (maio/16), a revista dos seniores.

Doença de Alzheimer: Cuidados e Prevenções.

Entrevista com Ivan Hideyo Okamoto, Neurologista do Hospital Albert Einstein e Coordenador de Neurologia do Instituto da Memória da Unifesp.

O diagnóstico precoce de Alzheimer possibilita retardar a evolução da doença em até 15 anos, preservando alguma qualidade de vida.

As medicações específicas para estabilizar as funções cerebrais são aliadas dos cuidadores de pacientes com essa doença, que pode se tornar uma epidemia em algumas décadas, tendo em vista o aumento da expectativa de vida dos brasileiros.

De forma equivocada, muitos acham que por se tratar de uma doença sem cura não há nada que possa ser feito. Sem estímulos adequados, o paciente tende a não se arriscar com medo de fracassar e perde a oportunidade de viver mais, com melhor qualidade de vida.

Para colaborar com o paciente, o papel do cuidador na fase inicial da doença deve ser apenas supervisionar suas atividades evitando a atitude paternalista de querer fazer tudo, inibindo o estímulo cerebral.

O Alzheimer não tem cura e se caracteriza pela morte de células cerebrais que são responsáveis pela memória, linguagem e comportamento.

A boa notícia é que novas tecnologias tornarão viável o diagnóstico precoce, possibilitando o tratamento assintomático (antes da manifestação da doença).

Embora existam casos esporádicos em pessoas de 50 anos e a prevalência na faixa etária de 60 a 65 anos esteja abaixo de 1%, a partir dos 65 anos, ela praticamente duplica a cada cinco anos. Depois dos 85 anos de idade, atinge 30 a 40% da população.

A aquisição de conhecimentos cria novas conexões entre os neurônios (sinapses) e aumenta a reserva intelectual, fatores que retardam o aparecimento das manifestações de demência.

Vários estudos sugerem que a atividade física tenha efeito protetor.

Detectar os primeiros sintomas pode fazer toda diferença, pois os efeitos dos medicamentos só ocorrem quando a doença dá os primeiros sinais:

Primeira Fase – Leve

  • Comprometimento das funções habituais, com dificuldades para realização de atividades rotineiras como cozinhar − com episódios de esquecimento da comida no fogão − ou até jogar baralho.
  • Incapacidade para gerenciar a casa e quantificar valores.
  • Perda de memória de curto prazo, sem recuperá-la mais tarde.
  • Esquecer-se das palavras mais simples ou utilizá-las inadequadamente.
  • Desorientação de tempo e espaço.
  • Os esquecimentos se agravam quando o doente é obrigado a executar mais de uma tarefa simultaneamente. A perda de memória é progressiva e obedece a um gradiente temporal, segundo o qual a incapacidade para lembrar fatos recentes contrasta com a facilidade para recordar o passado.

Nesse momento, os familiares devem procurar um médico neurologista, geriatra ou psiquiatra.

Segunda Fase – Moderada

  • Perda da noção do tempo e desorientação, com dificuldade para se saber onde está e de voltar para casa.
  • Discernimento fraco, não reconhecimento de uma infecção, uso de roupas quentes no calor.
  • Trocar o lugar das coisas.
  • Esquecer completamente o uso de números e dados. Não compreender o que é um aniversário.
  • Alterações de humor e comportamento. Confusão mental, com desconfiança, silêncio, apatia, medo, agressividade. Da serenidade ao choro ou angústia, sem motivo aparente.

Prevalece a dependência para atividades do dia a dia. É necessário ter “sempre” alguém ao lado.

Terceira Fase – Grave

  • Dificuldade na fala, perda total da capacidade de ler, escrever. Não reconhecimento dos próprios familiares e até de si mesmos.

Totalmente dependentes para a higiene pessoal, para comer e se vestir.

Fase Terminal

Entregue e dependente, o organismo não resiste às consequências da doença, como pneumonia, infecções urinárias, deglutição de alimentos…

Estudos mostram que a duração de cada fase também é extremamente variável. Em média, o primeiro estágio tem duração de 2 a 10 anos; o segundo, de 1 a 3 anos; e o terceiro, de 8 a 12 anos.

Não há uma causa única e específica para a Doença de Alzheimer. O consenso na comunidade médica é sobre uma predisposição genética conjugada com fatores ambientais, não necessariamente hereditária.

É importante que a sociedade conheça as práticas preventivas que adultos devem seguir para garantir a saúde mental, tais como ler livros, fazer atividade física, caminhadas, dedicar-se à pintura, praticar jardinagem, fazer quebra-cabeças, experimentar coisas novas, organizar o dia, adotar uma dieta saudável e não se afastar dos amigos e da família.

O diagnóstico considera a anamnese e uma série de exames que excluem outros males.

Tratamento adequado:

A associação da medicação com o treinamento cognitivo oferece a melhor resposta para a qualidade de vida do doente.

Atividades multidisciplinares como musicoterapia, terapia ocupacional e fisioterapia são exemplos de treinamentos.

Quando não conseguir lembrar de um nome, peça para que a pessoa o repita e então escreva.

De forma equivocada, muitos acham que, por se tratar de uma doença sem cura, não há nada que possa ser feito. Sem estímulos adequados e com medo de fracassar, o paciente tende a não se arriscar e perde a oportunidade de viver mais, com melhor qualidade de vida.

Para colaborar com o paciente, o papel do cuidador, na fase inicial da doença, deve ser apenas supervisionar suas atividades, evitando a atitude paternalista de querer fazer tudo, inibindo o estímulo cerebral.

Recomendações para os cuidadores

É normal a tristeza provocada pela sensação de que pouco a pouco vai perdendo alguém muito querido.

Inevitável a frustração por testemunhar que, apesar de todos os cuidados, a doença progride.

Importante administrar o sentimento de culpa, pois nem sempre conseguirá manter a paciência sob controle.

Lidar com a solidão trazida pelo afastamento da rotina faz parte do processo. Cuidar da autoestima é o remédio ideal.

Lembre-se de que sua presença, ternura e amor são indispensáveis, quer mantenha o paciente em casa, quer leve ao Centro-Dia ou recorra à internação numa instituição de longa permanência.

Decisão pela ajuda externa

Com a vida agitada dos nossos tempos, muitos cuidadores (geralmente filhas, parentes próximos) têm obrigações que os mantêm fora de casa, forçando a decisão de contratar um profissional.

Alguns importantes fatores devem ser analisados:

  • Afeto e carinho fazem toda a diferença no tratamento. Engana-se quem pensa que, por parecerem alheios à realidade, os doentes não necessitam de amor.
  • Quanto mais a instituição e seus profissionais cuidadores conhecerem a doença e as técnicas multidisciplinares/terapia ocupacional, melhor será a qualidade de vida do paciente.
  • Atenção, pois, a partir da fase 2, o paciente necessita de alguém permanentemente ao seu lado.
  • Em todas as fases da doença, é necessário manter uma atitude tranquilizadora, mesmo quando o doente parecer não reagir às tentativas de comunicação e expressões de afeto.

Trocar informações sobre a convivência com o familiar com Doença de Alzheimer é fundamental para o tratamento, bem como para a manutenção da saúde emocional dos cuidadores.

Somos especialistas em pessoas com a Doença de Alzheimer, AVC, Parkinson e Envelhecimento.

Valorizamos as necessidades individuais dos assistidos e da sua família.