Cuidadores de idosos com AVC ou derrame cerebral

Home – Cuidadores de idosos em São Paulo

Precisa de um cuidador para AVC e Derrame Cerebral em São Paulo?

Entre em contato no formulário, ou clique no botão abaixo e fale agora com um especialista.

*Os custos serão enviados via e-mail e/ou comunicados na visita inicial.

Cuidadores de idosos em SP

O que é Acidente Vascular Cerebral – AVC?

Decorre da alteração do fluxo de sangue no cérebro. Responsável pela morte de células nervosas da região cerebral atingida, o AVC pode se originar de uma obstrução de vasos sanguíneos, o chamado acidente vascular isquêmico, ou de uma ruptura do vaso, conhecido por acidente vascular hemorrágico.

Existem, contudo, fatores que podem facilitar o desencadeamento de um AVC e que são inerentes à vida humana, como o envelhecimento. Pessoas com mais de 55 anos possuem maior propensão a desenvolver o AVC. Características genéticas como a raça negra e a história familiar de doenças cardiovasculares também aumentam a chance de AVC.

Para cada tipo de necessidade

Modalidades de Atendimento:

De segunda-feira a sexta-feira

De segunda-feira a segunda-feira

Finais de semana

Plantão avulso

Modalidades de Atendimento:

De segunda-feira a sexta-feira

De segunda-feira a segunda-feira

Finais de semana

Plantão avulso

Reabilitação

Parte importante do tratamento, o processo de reabilitação muitas vezes começa no próprio hospital, afim de que o paciente se adeque mais facilmente a sua nova situação e restabeleça sua mobilidade, habilidades funcionais e independência física e psíquica. Esse processo ocorre quando a pressão arterial, o pulso e a respiração estabilizam, muitas vezes um ou dois dias após o episódio de Acidente Vascular Cerebral.

Um dos focos iniciais é evitar a espasticidade, rigidez nos músculos que pode provocar deformações que impedem o paciente de executar alguns movimentos. Essas deformidades formam-se a partir de posturas erradas devido à dificuldade de movimento.

O processo de reaprendizagem exige paciência e obstinação do paciente e, também, do seu cuidador que tem uma função extremamente importante durante toda a reabilitação. Ele é fundamental e o responsável por dar os remédios nas horas corretas, em vista da possibilidade de esquecimento decorrente de alterações na memória.

Muitas técnicas de reabilitação baseiam-se na plasticidade cerebral, que é a capacidade do cérebro de destacar células nervosas sadias para realizar funções de células danificadas. Com isso, é possível uma boa recuperação dos membros lesionados.

Outro aspecto de considerável importância é a reintrodução no indivíduo no convívio social, seja por meio de leves passeios, compras em lojas ou quaisquer atividades comuns à rotina normal do paciente.  Essa orientação é fornecida pela terapia ocupacional, muito importante na reabilitação do paciente.

“Conhecimento e atenção para quem você ama”.

Veja a opinião de quem realmente importa

Fatores de risco​

A maioria dos fatores de risco para AVC são passíveis de intervenção e, portanto, suscetíveis a um tratamento preventivo: a chamada prevenção primária. Entre os fatores de risco que podem ser modificados, destacam-se:

Estresse

Tabagismo

Sedentarismo

Hipertensão

Diabetes

Colesterol elevado

Doenças hematológicas

Consumo frequente de álcool e drogas

Doenças cardiovasculares, sobretudo as que produzem arritmias

Doenças cardiovasculares, sobretudo as que produzem arritmias

Sintomas e sinais de alerta

Muitos sintomas são comuns aos acidentes vasculares isquêmicos e hemorrágicos, tais como

Outros sintomas do acidente vascular isquêmico são tontura e perda de equilíbrio ou de coordenação. Os ataques isquêmicos podem se manifestar também por meio de alterações na memória e na capacidade de planejar as atividades diárias, bem como pelo surgimento da negligência. Neste caso, o paciente ignora objetos colocados no lado afetado, tendendo a desviar a atenção visual e auditiva para o lado oposto, em detrimento do afetado. Aos sintomas do acidente vascular hemorrágico intracerebral, podem-se acrescer náuseas, vômito, confusão mental e, até mesmo, perda de consciência. O acidente vascular hemorrágico subaracnóideo, por sua vez, comumente é acompanhado por sonolência, alterações nos batimentos cardíacos e na frequência respiratória e, eventualmente, convulsões.

Tratamento imediato

Quanto mais cedo o paciente for atendido, melhor o prognóstico e maiores as chances de sobrevivência.

Um importante avanço no tratamento do acidente vascular cerebral isquêmico foi o desenvolvimento de novas terapias capazes de dissolver o coágulo − como os trombolíticos − e restaurar o fluxo sanguíneo para o cérebro. Alguns tratamentos funcionam melhor se administrados até três horas após o início dos sintomas. O tratamento da hemorragia cerebral também é mais eficiente quando o paciente é atendido nas primeiras horas.

Infelizmente, a maioria dos pacientes não chega ao hospital em tempo de receber essas terapias. De qualquer modo, todo paciente deve ser encaminhado ao hospital o mais rapidamente possível, a fim de receber tratamento apropriado. Os procedimentos diagnósticos realizados no hospital são fundamentais para diferenciar o AVC de outras doenças igualmente graves e com sintomas semelhantes.

AVC: Indício de outras doenças

Em pessoas que já sofreram um AVC, há a possibilidade de existirem outras artérias, de diferentes partes do organismo, com coágulos e predisposição ao entupimento. Por isso, elas possuem maiores chances de desenvolverem outros problemas de saúde. Essa é uma das conclusões do registro observacional REACH, que vem sendo conduzido em mais de 68 mil pacientes em 44 países do mundo, inclusive no Brasil, para avaliar o perfil de risco de pacientes com alta probabilidade de sofrer eventos aterotrombóticos, como infarto agudo do miocárdio, AVC e doença arterial periférica. O registro mostrou que, dos 19 mil pacientes avaliados que sofreram derrame, 40% também tiveram problemas em outras regiões vasculares, como no coração e nos pulmões. Um levantamento feito pela International Stroke Society (ISS) aponta para a mesma direção. Cerca de 15% dos pacientes que tiveram um AVC poderão falecer ou ser hospitalizados em decorrência de problemas nas artérias, como infarto ou um novo AVC, num período de um ano.

Conclusões

AVC NÃO É UMA DOENÇA ASSINTOMÁTICA, PODENDO, COM ALGUNS CUIDADOS EM RELAÇÃO AOS FATORES DE RISCO, SER PREVENIDA.

AVC PODE SER REVERTIDO SE O PACIENTE FOR ATENDIDO IMEDIATAMENTE OU NAS PRIMEIRAS TRÊS HORAS.

É POSSÍVEL SE ALCANÇAR UMA REABILITAÇÃO ADEQUADA EM PACIENTES QUE SOFRERAM AVC.